Arqueologia

Quando se pensa em Arqueologia, não é incomum se pensar no exótico — múmias, pirâmides, tesouros perdidos —, contudo a realidade de um profissional da área usualmente é bem diferente desta perspectiva. 

Na atualidade projetos de Arqueologia usualmente buscam tentar entender as ocupações humanas independente do período, abrangendo diferentes perspectivas, indo desde a Arqueologia Funerária, Arqueologia Subaquática, Arqueologia da Paisagem, Zooarqueologia, etc. 

Outro grande equívoco que o senso comum costuma cometer é acreditar que a Arqueologia se resume ao trabalho de campo e a retirada de “coisas antigas” da terra. Em verdade uma temporada comum de trabalho, em especial quando está ligada a etapa de diagnostico para o processo de Licenciamento Ambiental de obras, tem início com pesquisas bibliográficas acerca da história do local, entrevistas com moradores da região, e a prospecção arqueológica, onde a área é vasculhada em busca de indícios de artefatos. 

Dependendo do tipo de permissão que a equipe possua, pode ser realizado um trabalho de escavação de fato, que é a parte que muitos conhecem graças a cultura pop. Tanto na fase de prospecção, como de escavação, todos os artefatos encontrados são registrados (especificando exatamente de onde ele saiu) e enviados para o laboratório, onde ocorre a curadoria do material recolhido. 

Saiba um pouco mais assistindo ao ótimo vídeo abaixo, O Ofício do Arqueólogo: 


No Brasil a fiscalização dos trabalhos é realizada pelo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a venda de artefatos arqueológicos é proibida por lei.       

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